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Eduardo nega uso de verba de filme para se manter nos EUA

  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

Nesta quinta-feira (14), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro negou ter recebido dinheiro do fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, citado em reportagens sobre o financiamento do filme Dark Horse, inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A manifestação foi publicada na rede social X após reportagem da Folha de S.Paulo afirmar que a Polícia Federal suspeitava que parte dos recursos movimentados pelo fundo estaria sendo usada para manter Eduardo nos Estados Unidos.

Na publicação, Eduardo afirmou que seu status migratório impediria o recebimento de recursos desse tipo e disse que explicou às autoridades americanas toda a origem de seu patrimônio.

– A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Meu status migratório não permitiria. Se isso tivesse acontecido o próprio governo americano me puniria, escreveu.

O ex-parlamentar também declarou que apenas cedeu direitos de imagem ligados ao projeto e negou participação na gestão financeira do fundo.

– Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem – afirmou.

Eduardo ainda saiu em defesa do advogado responsável pela estrutura jurídica do projeto nos Estados Unidos. Segundo ele, o profissional atua há décadas na área patrimonial e de fundos de investimento.

– O escritório atua em gestão de patrimônio e fundo de investimento há mais de uma década. A parte de migração é apenas um departamento deles – declarou.

Na sequência, Eduardo afirmou que o filme possui investidores privados e negou que ele ou sua família sejam donos da produção.

– Nós não somos donos do filme, mas sim os mais de uma dezena de investidores. O escritório cuida apenas da gestão burocrática, financeira e legal dos recursos – escreveu.

Eduardo Bolsonaro também justificou o fato de os investimentos terem sido feitos nos Estados Unidos. Segundo ele, a produção foi estruturada no país por envolver atores americanos e para evitar perseguições políticas no Brasil.

– Ninguém se arriscaria investir num filme do Bolsonaro no Brasil, pois seria devidamente perseguido pelo regime, afirmou.

Ao final, Eduardo classificou as reportagens sobre o caso como tentativa de desgastar a imagem da família Bolsonaro.

– Tudo não passa de uma tentativa tosca de assassinato de reputação, que tenta atrelar ilicitude em patrocínio para um filme, concluiu.

 
 
 

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