Eduardo se pronuncia a respeito de relatório dos EUA sobre Moraes
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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro se manifestou após parlamentares republicanos que fazem parte do Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos divulgarem um relatório, nesta semana, acusando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de promover ações que afetariam a liberdade de expressão e poderiam ter reflexos nas eleições presidenciais brasileiras de 2026. O documento reúne decisões judiciais e anexos relacionados a ordens contra conteúdos em redes sociais.
De acordo com Eduardo, o documento serve de “alerta” ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre possibilidade de censura durante as eleições de outubro. Ele deu declarações à coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles.
– Tudo isso pode sim gerar consequências reais. Isso tem que ser interpretado como um alerta e o TSE tem que se movimentar para impedir essa censura nas eleições – comentou.
E acrescentou:
– O retorno da Lei Magnitsky pode ocorrer sim, até porque outras autoridades estavam no processo de serem incluídas na lista de sanções da OFAC, inclusive membros do Judiciário brasileiro. Isso já estava ocorrendo lá atrás. E quando os Estados Unidos suspenderam a Lei Magnitsky para [Alexandre de] Moraes e a sua esposa Viviane Barci de Moraes, ele não o fez declarando-os como não violadores de direitos humanos. Ou seja, todos os ingredientes ainda estão lá. Os relatórios, as agências americanas dando ok, reconhecendo que houve violações de direitos humanos, isso tudo ainda continua dentro dos arquivos das autoridades americanas. Basta uma conveniência política para o Trump, o secretário [de Estado dos EUA, Marco] Rubio e o secretário [do Tesouro dos EUA, Scott] Bessert apertarem novamente o botão e voltar a vigorar a Magnitsky contra essas pessoas. O governo Trump pode implementar medidas contra quaisquer autoridades que identifique como sendo protetoras ou iniciadoras dessa censura, que tenham alguma participação em fraude eleitoral.














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