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Balança comercial tem superávit de US$ 10,5 bilhões em abril, novo recorde para o mês

  • há 6 dias
  • 2 min de leitura

A balança comercial registrou superávit de US$ 10,53 bilhões em abril, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (7).

O resultado é de superávit quanto as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.

O saldo positivo registrou alta de 37,5% em relação ao mesmo período ano passado, quando somou US$ 7,66 bilhões.

Esse também foi o melhor resultado para meses de abril desde o início da série histórica, em 1989.

As exportações somaram US$ 34,1 bilhões, com aumento de 14,3% pela média diária;

As importações somaram US$ 23,6 bilhões, com aumento de 6,2% pela média diária.


Acumulado do ano

Nos quatro primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$ 24,78 bilhões, informou o governo.

Nos quatro primeiros meses deste ano, a balança comercial registrou superávit de US$ ulgação

Com isso, houve aumento de 43,5% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o saldo positivo somou US$ 17,27 bilhões.

No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 116,55 bilhões – alta 9,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, pela média diária.

Já as importações somaram US$ 91,77 bilhões nos quatro primeiros meses de 2026, com alta de 2,5% em relação ao mesmo período de 2025, também pela média diária.


Exportações em abril

Os destaques das vendas externas em abril seguem sendo produtos básicos, como a soja, petróleo e minérios:

Soja: US$ 6,96 bilhões, com aumento de 18,8%

Óleos brutos de petróleo: US$ 4,79 bilhões, com alta de 10,6%

Minério de ferro: US$ 2,46 bilhões, com aumento de 19,5%

Carne bovina: US$ 1,57 bilhão, com crescimento de 29,4%

Óleos combustíveis: US$ 1,17 bilhão, com alta de 19,1%

Café não torrado: US$ 1,07 bilhão, com queda de 14,2%

Já os principais consumidores de produtos vendidos pelo Brasil para o exterior seguem sendo China e a União Europeia, com Estados Unidos na terceira posição:


China: alta de 32,5%, para US$ 11,61 bilhões;

União Europeia: queda de 1,7%, para US$ 4,69 bilhões;

Estados Unidos: queda de 11,3%, para US$ 3,12 bilhões

Mercosul: queda de 14,2%, para US$ 1,91 bilhões;

Asean: alta de 36,6%, para US$ 2,7 bilhões;

África: alta de 34,9%, para US$ 1,17 bilhão;

Oriente Médio: queda de 3,5%, para US$ 1,05 bilhão;

México: crescimento de 6%, para US$ 745 milhões.

 
 
 

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